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PARA AS PESSOAS QUE NAO SOUBEREM COMO VER A POSTAGEM TODA E SO COLOCAR NO TÍTULO ,QUE VOCE VERÁ TODA A POSTAGEM!

OBS: CIENCIA POSSIVEL

O AQUECIMENTO GLOBAL

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O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).

Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição. 

TV 3D sem óculos especiais

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TV 3D sem óculos especiaisA maioria das televisões que suportam tecnologia 3D requerem o uso de óculos especiais (aprenda aqui como fazer um óculos 3D), mas a empresa de eletrônicos Toshiba apresentou hoje na Ceatec uma linha de TV's com tecnologia 3D que não necessitam do uso destes óculos.

Artigo da ‘Unesp Ciência’ aponta falhas do projeto de Código Florestal

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Cientistas alegam que, ao tentar minimizar os problemas do agronegócio, a proposta acaba colocando em risco a biodiversidade e os serviços ambientais prestados pela floresta


No mês que vem, quando o governo federal anunciar de quanto foi o desmatamento da Amazônia neste ano, é muito provável que ele mostre a menor taxa desde 1988, quando o dado começou a ser medido anualmente pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Uma vitória no caminho do compromisso assumido internacionalmente de reduzir o desmatamento para diminuir as emissões de gases de efeito estufa do país. Paralelamente, porém, é provável que o Congresso esteja votando um projeto de lei que substitui o atual Código Florestal – e que muitos pesquisadores e ambientalistas entendem ir na contramão desse compromisso, ao diminuir a proteção às florestas e permitir novos desmatamentos.
O Código Florestal vem sendo negligenciado pelos agricultores, por quem fiscaliza e também na pesquisa, praticamente desde que foi criado. Estamos correndo atrás do prejuízo, com pressa e sem o cuidado e rigor necessários ao processo de produção científica"
Gerd Sparovek, da Esalq/USP

Reunião na China tenta salvar conferência da ONU sobre o clima

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A última rodada de negociações preparatórias para a conferência das Nações Unidas sobre o clima em Cancún (COP 16), prevista para começar no final de novembro, foi iniciada nesta segunda-feira (4) na cidade de Tianjin, no leste da China.
Muitos veem na reunião de seis dias como a última chance de se encontrar denominadores comuns e salvar os esforços internacionais por um acordo sobre o clima, fortemente abalados desde a COP 15, a reunião de 2009 em Copenhague.
A própria secretária-executiva da convenção da ONU sobre o clima, a costa-riquenha Christiana Figueres, alertou para a urgência dessa necessidade.
"Um avanço concreto em Cancún é uma necessidade crucial para restaurar a fé e a capacidade dos envolvidos de levarem o processo adiante, evitando que o multilateralismo seja visto como uma estrada sem fim", disse Figueres em seu discurso de abertura em Tianjin.

Christiana Figueres, secretária-executiva da convenção da ONU sobre o clima, discursa na abertura da conferência de TianjinChristiana Figueres, secretária-executiva da
convenção da ONU sobre o clima, discursa na
abertura da conferência de Tianjin
(Foto: Peter Parks / AFP)
A conferência de Copenhague, que começou cercada de expectativas de um acordo que viesse a substituir o Protocolo de Kyoto (o tratado que prevê cortes nas emissões dos gases que provocam o efeito estufa e que expira em 2012), acabou sem qualquer acordo oficial assinado por todos os países.

Apenas as maiores economias, entre elas, Brasil, China, Índia, Europa e Estados Unidos, assinaram uma carta de intenções, que estipula um teto de aquecimento global e prevê um fundo de emergência para países atingidos pelas mudanças climáticas.
Obstáculos
Ao longo do ano, o processo sofreu outro revés importante com a não aprovação da legislação climática americana pelo Senado.

Os Estados Unidos, por serem historicamente o maiores poluidores - embora, em números absolutos anuais, tenham sido superados pela China - estão no centro dos principais impasses nas negociações.
O país, a única grande economia que não ratificou o Protocolo de Kyoto, defende a criação de um novo tratado internacional, em vez de uma continuação de Kyoto.
Paralelamente, o grupo de países em desenvolvimento apelidado de Basic - Brasil, África do Sul, Índia e China - tomou forma e realizou encontros ao longo do ano, tentando afinar uma posição conjunta.
Risco
Para alguns, o encontro em Cancún pode, em vez de restabelecer a confiança no processo internacional, acabar como a pá de cal dele.

As reuniões anuais das Nações Unidas levam milhares de representantes de mais de 190 países, além de cientistas, ativistas a locais tão díspares como Bali, Nairóbi, Copenhague e Cancún.
Sem avanços, as críticas sobre a quantidade de emissões e dinheiro empenhado no processo ganham força.
Nos Estados Unidos, há cada vez mais gente defendendo acordos paralelos e legislações nacionais, em vez de um acordo internacional abrangente nos moldes de Kyoto.
Em Tianjin, negociadores tentarão reduzir o texto negociado, que atualmente tem mais de 70 páginas.
Problemas
Entre os principais pontos de discórdia estão metas pós-2012 de emissões de gases que produzem o efeito estufa e como administrar as verbas de US$ 100 bilhões por ano do fundo de emergência já proposto pelos países ricos.

No entanto, tampouco está claro de onde virão bilhões deste fundo.
O chamado Acordo de Copenhague, adotado por alguns países em 2009, também estipula como teto para o aquecimento global 2ºC acima da temperatura pré-industrial.
Este número também precisa ser aceito por outros países para que se possa começar a pensar em medidas que levem a manutenção deste limite.
Cientistas afirmam que as atuais promessas de cortes de emissões apresentadas pelos integrantes da convenção do clima não evitariam um aquecimento mais catastrófico.

Editado: Ciencia Possivel

Chega ao Brasil supercomputador para melhorar previsão do tempo

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Equipamento de 40 toneladas custou US$ 23 milhões.
Instalações do Inpe em Cachoeira Paulista vão abrigar aquisição.

 

Chegou nesta segunda-feira (4) a São José dos Campos o supercomputador Cray, adquirido nos Estados Unidos ao custo de US$ 23 milhões (R$ 39 milhões, ao câmbio atual) para refinar a capacidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) realizar a previsão do tempo. O equipamento, de 40 toneladas, vai ser usado na unidade do Inpe em Cachoeira Paulista.

Vai votar? Conheça a tecnologia da urna eletrônica

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Neste domingo, mais de 134 milhões de brasileiros vão às urnas depositar em bytes sua escolha para o futuro do País. Os eleitores foram se acostumando nos últimos 14 anos a trocar a urna de lona pela urna eletrônica, garantindo rapidez no processo de votação e a chance de conhecer, horas depois do fechamento das seções, o resultado da eleição.
O sistema eletrônico de votação foi totalmente desenvolvido no País. Hardware e software utilizados no dia da eleição foram projetados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e por uma equipe formada pela Justiça Eleitoral, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Ministério da Ciência e Tecnologia. Uma tecnologia que o Brasil exporta. Alguns países da América Latina já utilizaram nossas urnas nos seus processos eleitorais, como Argentina, Equador, México e Paraguai.
Mas o que acontece com o seu voto depois que você o digita na urna? Entre as discussões sobre a segurança do processo e da evolução da tecnologia nas eleições brasileiras, explicamos como sua escolha sai da urna e chega aos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O caminho do seu voto